segunda-feira, 23 de abril de 2012

A ideia de Deus.

Uma visão particular de Deus.


A opinião comum de que sou ateu repousa sobre grave erro. Quem a pretende deduzir de minhas teorias cientificas não as entendeu.

Creio em Deus pessoal e posso dizer que nunca, em minha vida, cedi a uma ideologia ateia.

 Não há oposição entre a ciência e a religião. Apenas há cientistas atrasados que professam ideias que datam de 1880.

Aos dezoito anos, eu já considerava as teorias sobre o evolucionismo mecanicista e casualista como irremediavelmente antiquadas.

No interior do átomo não reinam a harmonia e a regularidade que esses cientistas costumam pressupor.

Nele se depreendem apenas prováveis, formuladas na base de estatísticas reformáveis.

Ora, essa indeterminação, no plano de máteria, abre lugar à intervenção de uma causa, que produza o equilíbrio e a harmonia dessas reações dessemelhantes e contraditórias da máteria.

Há, porém, várias maneiras de se representar Deus.

Algumas o representam como o Deus mecânico, que intervém no mundo para modificar as leis da natureza e o curso dos acontecimentos.

Querem pô-lo a seu serviço, por meio de formulas mágicas.

É o Deus de certos primitivos antigos ou modernos.

 Outros O representam como o Deus jurídico, legislador, e agente policial da moralidade, que impõe o medo e estabelece distâncias.

Outros, enfim, como o Deus interior, que dirige por dentro todas as coisas e que se revela aos homens no mais íntimo da consciência.

A mais bela e profunda emoção que se pode experimentar é a sensação do místico.

Este é o semeador da verdadeira ciência.

Aquele a quem seja estranha tal sensação, aquele que não mais possa devanear e ser empolgado pelo encantamento, não passa em verdade de um morto.

Saber que realmente existe aquilo que é impenetrável a nós, e que se manifesta como a mais  alta sabedoria, a mais radiosa das belezas, que as nossas faculdades embotadas só podem entender em suas formas mais primitivas.

Esse conhecimento, esse sentimento, está no centro mesmo da verdadeira religiosidade.

A experiência cósmica religiosa é a mais forte e a mais nobre fonte de pesquisa científica.

Minha religião consiste em humilde admiração do Espírito Superior e Ilimitado que se revela nos menores detalhes que podemos perceber em nossos Espíritos frágeis e incertos.

Essa convicção, profundamente emocional na presença de um poder racionalmente superior, que se revela no incompreensível, é a ideia que faço de Deus.


do livro: "As mais belas orações de todos os tempos", colhi, um depoimento do famoso - Albert Einstein  - que merece ser lido, ouvido e meditado.


Contemplação do Universo e sua beleza.

Quando o homem se detém a contemplar o fulgor das estrelas no firmamento constata a grandeza da oração.

Sente emocionado, a presença da Divindade a se refletir em cada astro, em pleno universo.

E constata que, sem amor de Deus que tudo vitaliza, a Criação voltaria ao caos do princípio.

Através desse depoimento de "Albert Einstein", que os cientistas têm um conhecimento de que todas as suas teorias e invenções há a mão de Deus embora alguns não o admitam.

Em todo o processo evolutivo da humanidade é a obra da criação divina; a qual se serve das mentes privilegiadas para a execução de sua obra; não há nada no nosso planeta que exista sem o consentimento de Deus; tudo é feito segundo a sua vontade e não a nossa.

A harmonia do Universo é a prova de uma sabedoria, de uma prudência, e de uma previdência que ultrapassam todas as faculdades humanas.

O nome de um poder soberanamente grande e sábio está inscrito em todas as obras da criação, desde a relva humilde e do menor inseto, até os astros que se movem no universo.

Por toda as partes, vemos a prova de uma solicitude paternal.

Cego, pois, é aquele que não vos glorifica nas vossas obras, orgulhoso aquele que não o louva, e ingrato aquele que não lhe rende graças.

Pense nisso.
                                                                                                Jose de Souza

7 comentários:

  1. Achei simplesmente esse depoimento de Albert Einstein muito interessante vindo de um cientista, que só acreditam naquilo que podem ver ou provar com seus estudos.
    Assim, se percebe que nem todos os homens da ciências são céticos, muitos acreditam na existência de Deus.

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    1. Coloquei esse depoimento de Albert Einstein no blog porque achei muito interessante como ele vê Deus; e por ver que ele como um grande cientista não vê só a matéria, mas acredita que há uma força maior por trás de tudo o que existe no universo e ao mesmo tempo condena aqueles que se julgam os da verdade; tem a nítida convicção de que nada se faz sem o consentimento de Deus.

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  2. Quem diria que a ciência trabalha em conjunto com a religião, esse depoimento demonstra que muitos dos grandes homens da ciência, tem conhecimento de uma força maior que os impulsiona para as suas teorias e descobertas e que sem ela nada conseguiriam.
    Isto põe por terra a ideia de que os cientistas são ateus; muitos deles acreditam em Deus.

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    1. É pra você vê; este abismo entre as duas já está em tempo de fazer uma ponte para que os dois lados se possam interligar e trabalharem juntos para o progresso da humanidade e do bem desta; porque e os cientistas fazem descobertas essas têm o consentimento de Deus, sem a sua vontade ninguém faz nada ou cria.

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  3. Todo o progresso da humanidade em relação as grandes descobertas, invenções e a tecnologia atual e desde o início dos tempos, existe a mão de Deus; porque senão houvesse o seu consentimento para que tudo isso se realizasse ainda estaria nos primórdios dos tempo.
    Querendo ou não querendo todos os grandes gênios da humanidade são obrigados a admitir que sem o consentimento de Deus não teriam chegado e nem progredido até os dias atuais com suas descobertas; as quais contribuem para o progresso da humanidade.
    Por isso, não deixa de ser irracional a idéia de dizer que Deus não existe; não vemos mas tem uma força superior que impulsiona toda a humanidade e o universo.

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  4. O homem tem sede de conhecimento para descobrir as origem ou o que originou tal fenômeno natural, através de seu raciocínio racional o que provoca tal fenômeno, por sinal alguns desvenda parcialmente e não totalmente, por estar aquém da sua inteligência; mas não se dá por vencido, e nem admite que existe uma força superior que comanda as leis imutáveis da natureza, e que essa força o deixa ir até certo ponto e não mais além disso.
    Mesmo sabendo que há uma força superior que criou todo o universo e o comanda; ainda assim persistem em não admitir a existência de Deus; mal sabe eles que todas as descobertas e o progresso do mundo só ocasionou com a sua permissão; somos meros instrumentos em suas mãos.

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  5. Independente de seguirmos ou não uma religião; ou com ensinamentos religiosos, fazemos cada um de nós uma ideia particular de Deus e de como ele possa ser. Mas, é incontestável a nossa crença em algo ou alguém superior que rege todas as leis naturais e todo universo. A causa primária de todas as coisas.

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